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Cadaval: Detido o homicida que desmembrou o cadáver do homem que era seu namorado

Foram as impressões digitais deixadas no corpo da vítima que levaram a Polícia Judiciária a identificar o homem, de 52 anos, que matou, esquartejou e escondeu o cadáver de Valdene Mendes (na foto), um portugês também com origem brasileira, residente na zona do Cadaval. A motivação do crime, teve origens passionais e foi praticado na casa onde ambos viviam. O homicida também era brasileiro, legalizado como cidadão português.

Cadaval: Detido o homicida que desmembrou o cadáver do homem que era seu namorado

Em comunicado, a Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo da PJ identificou, localizou e deteve o homicida, esta sexta-feira. A investigação e as perícias do Laboratório de Polícia Criminal da Judiciária começaram no dia 2 de maio, quando a população alertou a GNR para parte de um cadáver desmembrado dentro de um saco preto numa zona de mato em Pêro Moniz, no Cadaval, distrito de Lisboa. O cheiro nauseabundo despertou a atenção dos populares.

Na mesma altura uma caveira humana foi encontrada pelas autoridades na Azambuja e colocou-se a hipótese de pertencer às partes de corpo encontradas no Cadaval. As perícias forenses confirmaram que não se tratava da mesma pessoa. As buscas dos cães da GNR acabaram por encontrar outro saco com o resto do corpo do homem deixado aos pedaços na mata do Cadaval. 

Segundo as informações da PJ, o casal estava em conflito e a relação terá acabado no dia 28 de abril, dia em que o companheiro de Valdene Mendes o matou, não havendo ainda informação sobre a principal causa da morte.

O arguido agora detido será presente às Autoridades Judiciárias competentes para interrogatório, indiciado pelos crimes de homicídio, profanação e ocultação do cadáver. A  medida de coação a aplicar será obviamente a mais elevada, a prisão preventiva

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Foto: Jornal Valor Local – Azambuja

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Manuela Teixeira
Manuela Teixeira
Jornalista Durante 35 anos com experiência em rádio, imprensa escrita e web jornalismo. trabalhou no jornal, Público, rádio TSF, Expresso, 24 Horas e Correio da Manhã, entre outros OCS. Como repórter foi correspondente à guerra na Bósnia, Kosovo e Timor. Só faz jornalismo com verdade, rigor e isenção. "Se não for assim, não é jornalismo!”

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