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D. Batráquio, o asiático

Não sei porquê mas adoro vir a esta parte do Mundo.

Adoro a Ásia.

D. Batráquio, na ásia
DR

Ainda me lembro quando comprámos, quer dizer, ganhámos aquele prémio, que de resto eu nem entendo mas tem a ver com fósseis, e viemos, eu a tonta da minha mulher, o carvalho dos fósseis e a mulher e um pateta qualquer de quem nem me recordo, 5 dias em Taiwan.

Fotos, uma coisa linda. 50 mil euros, que torrámos bem torrados. Afinal de contas era para o nosso bem, quer dizer, da populaça.

Depois apareceram uns maduros a quererem fazer agricultura, que lá pela terra do sol nascente a terra é pouca, cara e tem muitas regras, aqui, comigo, é um fartar vilanagem.

O panilas da ribeira do reco ainda acreditava em mim, passou-me o contacto e eis-me na Ásia novamente. Voltei lá várias vezes, por isto e por aquilo, era do parque paleológico, era do turismo, era da agricultura sem regras, quer dizer as minhas, era da exportação de queijo.

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Arranjei sempre pretextos.

Cinco vezes lá fui e com estadias longas, não fosse a língua aquilo era fácil e divertido. Parecia um soba. A parte boa, muito boa, é que andei por muito lado e sempre tudo pago à pála. Os tolinhos lá da terra a engolirem a estória da promoção e tal.

Tive muita sorte, porque depois, este ano, apareceram uns tipos japoneses a fazerem um programa.

Resultado das minhas viagens. Sugeri, e engoliram.

Não disse, porque não me convinha nem conveio, que décadas antes já eles por cá andavam a fotografarem o Monte Santo, munidos de manuais de frases feitas com tradução, pois ignoravam a nossa língua e pior a da velha albion, só falavam mesmo japonês.

O que interessa, é que as viagens ninguém mas tira, nenhum tribunal. Nada! Ninguém!

Gastei? Aproveitei. Aproveitaram? Quero lá saber. Estou cá a tratar, da minha vidinha. Bócêses que se lixem todos.

Agora eu e mais eu. Bom, pode ser a tonta da minha mulher e talvez algum dos familiares dela, afinal devo-lhes muito apesar de me detestarem, sobretudo o avô, contrabandista amigo do azinhais e cheio de guito.

Muito viajei eu.

As horas dentro do tubo aéreo custam-me mas depois… o gozo… as fotos… o ter lá estado.

Vá tirem-me isto se se atrevem.

Ahahahahhahahhahah, tomai lá um manguito do bordalo!

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Jorge Azinheiro
Jorge Azinheiro
Profissional liberal com conhecimentos profundo (mais de 30 anos de experiência) em marketing e vendas, nas áreas do grande consumo e grande distribuição, TI, APP’s, microelectrónica. Membro do movimento associativo com diversas participações em associações de estudantes, de jovens e recreativas culturais.

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