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Marcelo pede paciência aos Professores

O Presidente da República defendeu esta sexta-feira que as negociações entre professores e Ministério da Educação “vão correr bem” e, por isso, disse que “é preciso ter paciência” aos profissionais que o aguardavam em Celorico da Beira, na abertura da Feira do Queijo.

presidente de portugal faala aos professores
Foto DR

“Quero falar. Obrigue o ministro da Educação a respeitar-nos”, pediu uma professora ao chefe de Estado quando este chegou à Feira do Queijo. Em relação aos problemas que os professores querem ver resolvidos, Marcelo Rebelo de Sousa foi dizendo que faltavam “mais coisas” e lembrou que também ele é professor.

A coordenadora da direcção distrital da Guarda do Sindicato dos Professores da Região Centro, Sofia Monteiro, entregou uma carta aberta “representativa dos professores de todo o país” ao Presidente da República. “É uma carta-apelo a que interceda junto do primeiro-ministro para que as próximas negociações sejam de negociação efectiva, para que possamos resolver os problemas que o sistema educativo tem e que os professores enfrentam neste momento”, disse Sofia Monteiro.

Em resposta, o Presidente da República disse: “Eu acho que vão correr bem, é preciso ter paciência” e reforçou que é professor e, por isso, disse compreender perfeitamente as reivindicações.

Uma resposta que foi interrompida pelos professores: “Um país que não investe na educação e que considera que a educação é uma despesa não tem futuro”, afirmaram, deixando ainda o convite ao professor Marcelo para participar na manifestação deste sábado, em Lisboa.

Em resposta aos jornalistas, o chefe de Estado defendeu que as negociações “vão avançando, talvez muito lentamente, talvez ainda com pontos fundamentais como seja o número de vinculados, como seja o problema da recuperação do tempo a serem mais difíceis”. “Mas eu persisto em acreditar que vale a pena negociar e percebo a persistência dos professores e a abertura de todos à negociação”, afirmou.

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Alfredo Miranda
Alfredo Miranda
Jornalista desde 1978, privilegiando ao longo da sua vida o jornalismo de investigação. Tendo Colaborado em diferentes órgãos de Comunicação Social portugueses e também no jornal cabo-verdiano Voz Di Povo.

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