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O Desastre Governamental de António Costa: Uma Nação à Beira do Abismo

A Negligência Governamental e o Perigo Iminente: Crises Evitáveis Tornam-se Realidade

O país assiste, atônito, ao colapso da segurança pública, resultado direto da desastrosa gestão do governo liderado por António Costa. Ao concentrar recursos apenas na Polícia Judiciária (PJ) e ignorar por completo as necessidades da PSP e GNR, o líder português não apenas gerou descontentamento entre os agentes, mas também abriu as portas para uma ameaça iminente à democracia.

A decisão precipitada de favorecer uma instituição em detrimento das outras criou um vácuo de segurança nas ruas, evidenciado pelas manifestações das polícias e pela falta de elementos essenciais para conter distúrbios, como os recentes eventos desportivos tumultuados. Esta negligência reflete uma falta de visão estratégica, ignorando que a estabilidade social é vital para o funcionamento saudável de qualquer nação.

Na política, onde dizem que tudo vale, estamos testemunhando a face sombria dessa máxima. A má gestão política, representada pela decisão unilateral de António Costa, não apenas causou o caos nas forças de segurança, mas subestimou gravemente as consequências de alienar aqueles responsáveis por garantir a ordem pública. O descontentamento das forças policiais, legítimo na busca por regalias merecidas, explodiu em protestos que ameaçam a estabilidade democrática.

O governo demissionário de António Costa merece um cartão vermelho inequívoco por sua atitude irresponsável e pelas birras que desencadearam uma crise evitável. A postura de silêncio diante dos problemas revela completa falta de responsabilidade governamental, transferindo os problemas cruciais para a próxima administração após as eleições de 10 de março. Este ato reflete a desastrosa governança de oito anos sob a liderança de António Costa, marcada por decisões precipitadas e falta de consideração pelas consequências a longo prazo.

A crise de segurança pública em Portugal não é mera coincidência, mas sim o resultado direto da má administração e negligência governamental. A falta de previsão e a incapacidade de antecipar as ramificações de suas decisões revelam uma desconsideração pelos interesses do povo e pela estabilidade democrática. É imperativo que a população exija responsabilidade e ação imediata para corrigir os erros do passado antes que o tecido social se desfaça completamente.

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Enquanto António Costa, agora focado em conquistar um assento em Bruxelas, ignora os estragos causados em solo português, seu aliado Pedro Nuno Santos busca a sucessão. A afirmação de Santos, falando em nome de Costa, de que “Bruxelas tem o cargo que ele quiser” não pode obscurecer a realidade amarga deixada em Portugal. O país está imerso em grandes problemas sociais, e soluções plausíveis parecem escassas diante da continuidade das políticas que levaram a essa crise.

A herança do Partido Socialista, com sua maioria absoluta, é um país à beira do abismo. Desde o PREC em 1974, não se viam tantas manifestações de descontentamento em diversos setores. Agricultores, polícias, professores, médicos, enfermeiros, funcionários da justiça e outros segmentos expressam repúdio pelas políticas que levaram o país à desordem e insatisfação generalizada.

A promessa de mais do mesmo, a continuidade para o cadafalso, é a triste realidade que o Partido Socialista, com sua liderança irresponsável, oferece ao povo português. A insatisfação é tão generalizada que até mesmo setores tradicionalmente alheios a protestos, como as donas de casa, agora sentem a urgência de expressar seu descontentamento. O ato cotidiano de pôr o prato na mesa para os maridos está ameaçado.

O legado de Costa é marcado por decisões desastrosas, priorizando cargos em Bruxelas em detrimento do bem-estar interno. A população portuguesa, cansada e desiludida, aguarda uma liderança responsável que enfrente os problemas internos e restaure a confiança no sistema político. A busca incessante de Costa por um cargo em Bruxelas não pode esconder a verdadeira calamidade que ele deixou, e os eleitores devem estar atentos para evitar que o desastre continue.

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Fernando Jesus Pires
Fernando Jesus Pires
Jornalista há 35 anos, trabalhou como enviado especial em Macau, República Popular da China, Tailândia, Taiwan, Hong Kong, Coréia do Sul e Paralelo 38, Espanha, Andorra, França, Marrocos, Argélia, Sahara e Mauritânia.

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