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Padre encontrado morto no carro

Padre encontrado morto no carro alvo de investigação policial

O padre José António Gonçalves, de 57 anos, foi encontrado morto dentro do carro, esta terça-feira à noite, pela patrulha da GNR de Braga, no Parque Nacional Peneda-Gerês.

A causa da morte ainda não está esclarecida. As autoridades investigam, mas, os dados conhecidos têm contornos estranhos a uma morte natural.

Até porque, o corpo do sacerdote foi encontrado a mais de 500 quilómetros da casa da paróquia onde residia, em Santiago de Rio de Moinhos, Borba, distrito de Évora. O corpo foi encontrado sem vida em Terras de Bouro, Gerês, distrito de Braga.

Esta informação foi já confirmada pela Arquidiocese de Évora, ao comunicar a morte do padre. “O P. José António Gonçalves, de 57 anos de idade, faleceu em Terras de Bouro, ao final do dia 21 de fevereiro. O corpo do sacerdote foi encontrado sem vida”, lê-se no comunicado.

José António Gonçalves era pároco de Santiago de Rio de Moinhos e também professor no Instituto Superior de Teologia de Évora.

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O sacerdote católico foi pároco em várias paróquias da Arquidiocese de Évora, nomeadamente Cano, Santa Vitória do Ameixial, São Bento do Ameixial, Samora Correia, Santo Estêvão, Azervadinha, Rebocho, Biscainho, Branca, Alcácer do Sal, Santa Catarina de Sítimos, Santa Susana, São Cristóvão, e Elvas, encontrando-se nos últimos anos a paroquiar em Santiago de Rio de Moinhos.

Na sua carreira na igreja católica nunca exerceu no distrito de Braga e não é conhecida qualquer ligação do padre a Terras de Bouro.

José António Gonçalves nasceu a 28 de março de 1965 e foi ordenado sacerdote a 02 de julho de 1989 na Arquidiocese de Évora.

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Manuela Teixeira
Manuela Teixeira
Jornalista Durante 35 anos com experiência em rádio, imprensa escrita e web jornalismo. trabalhou no jornal, Público, rádio TSF, Expresso, 24 Horas e Correio da Manhã, entre outros OCS. Como repórter foi correspondente à guerra na Bósnia, Kosovo e Timor. Só faz jornalismo com verdade, rigor e isenção. "Se não for assim, não é jornalismo!”

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