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Porto: Andam a ‘matar’ árvores na marginal da Foz do Douro

A situação foi detetado na Avenida de Montevideu, na Foz do Douro. O método consiste em abrir um orifício na árvore e introduzir um produto químico. Não se sabe quem o faz mas o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, já chamou a polícia.

Rui Moreira
DR

“Estou muito preocupado porque tomei conhecimento que andam a matar árvores na Foz. Algumas espécies arbustivas da Avenida de Montevideu foram mortas por mão humana e terão de ser substituídas. Mais grave é a situação dos Metrosideros – árvores classificadas de grande valor patrimonial – que, por acção semelhante, sofreram danos cujas consequências a longo prazo são difíceis de avaliar, apesar das medidas de mitigação”.

Apesar de estar privado que a situação tem mão humana, ainda não foram identificados os autores.

para introduzir um produto que acaba por matar a árvore" explica Rui Moreira.
DR

“O método utilizado consiste em abrir um orifício no tronco – com broca ou outro equipamento semelhante – para introduzir um produto que acaba por matar a árvore” explica Rui Moreira.

para introduzir um produto que acaba por matar a árvore" explica Rui Moreira.
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O Presidente da Câmara do Porto não encontra uma razão para o ato mas tece considerações.

“Seja porque não gosta de árvores, porque lhe reduzem a vista, seja por vandalismo ou apenas porque sim, há mão criminosa com algum conhecimento técnico que está a causar este dano ambiental e patrimonial”.

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O caso está já em investigação policial, mas o autarca faz também um apelo à população para que ajudem a chegar aos autores do ataque às árvores.

“A pedido das autoridades policiais, que estão a investigar a situação, apelo a todos os portuenses que possam ter informação relevante que não deixem de a reportar às entidades competentes”.

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Manuela Teixeira
Manuela Teixeira
Jornalista Durante 35 anos com experiência em rádio, imprensa escrita e web jornalismo. trabalhou no jornal, Público, rádio TSF, Expresso, 24 Horas e Correio da Manhã, entre outros OCS. Como repórter foi correspondente à guerra na Bósnia, Kosovo e Timor. Só faz jornalismo com verdade, rigor e isenção. "Se não for assim, não é jornalismo!”

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