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Pedro Proença é eleito presidente da Federação Portuguesa de Futebol para o quadriénio 2024-2028

Pedro Proença foi eleito presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para o quadriénio 2024-2028, sucedendo a Fernando Gomes na liderança da instituição que rege o futebol nacional. Proença, de 54 anos, foi escolhido pelos delegados da Assembleia Geral da FPF com um total de 62 votos, ou seja, 75% dos votos válidos, num universo de 84 votantes. O seu adversário, Nuno Lobo, obteve 21 votos, com um voto em branco a ser registado.

Esta vitória marca o fim de um ciclo na Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), onde Pedro Proença desempenhava a função de presidente desde 2014, acumulando três mandatos consecutivos. O dirigente deverá agora renunciar ao cargo na LPFP até segunda-feira, véspera da cerimónia de posse dos novos órgãos sociais da FPF.

Em sua declaração após a vitória, Proença destacou que a eleição é uma “vitória de toda a comunidade do futebol”. “Hoje, ganhou o futebol em Portugal. Construímos juntos este programa para pensar e unir o futebol. O resultado do ato eleitoral é a prova esmagadora de que cumprimos o nosso desígnio. Vencemos todos, sem exceção”, afirmou, sublinhando o seu compromisso em unir o futebol e enfrentar os desafios que se avizinham, incluindo melhorias na governação, arbitragem, justiça desportiva e na geração de receitas.

O novo presidente da FPF agradeceu ainda o apoio da sua equipa e dos delegados presentes, mencionando especificamente o papel da sua equipa de trabalho, que inclui figuras proeminentes como José Fontelas Gomes, Toni, Domingos Paciência, e o antigo secretário de Estado Luís Álvaro Campos Ferreira, que liderará a Mesa da Assembleia Geral.

Pedro Proença reconheceu também a importância da candidatura de Nuno Lobo, afirmando que a sua participação “valorizou a vitória obtida” e contribuiu para o debate sobre o futuro do futebol em Portugal.

Os novos órgãos sociais da FPF serão compostos por uma equipa de dirigentes experientes, com destaque para Luciano Gonçalves, presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol, que irá liderar o Conselho de Arbitragem, e Ana Raquel Sismeiro, à frente do Conselho Fiscal. A aposta recai igualmente em antigos futebolistas e profissionais ligados às associações regionais, como Toni e Daniel Carriço.

Com a saída de Fernando Gomes, que liderou a FPF durante três mandatos desde 2011, Pedro Proença assume a presidência com a ambição de dar continuidade ao trabalho de consolidação do futebol português, mas também com a promessa de reformas estruturais, de forma a garantir um futuro ainda mais forte e unido para o desporto nacional.

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