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Manuel Pizarro garante que a JMJ não vai pôr em causa o funcionamento do INEM e do SNS

O plano do Ministério da Saúde para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) foi apresentado esta segunda-feira. Está prevista a mobilização de 75 equipas móveis de suporte básico de vida e o INEM vai ser reforçado em 74 meios. Manuel Pizarro garante que “Portugal está preparado para responder à JMJ”.

Manuel Pizarro garante que a JMJ não vai pôr em causa o funcionamento do INEM e do SNS
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O ministro da Saúde disse hoje que o reforço de meios previsto no plano do Governo para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) não vai pôr em causa o funcionamento do INEM ou do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

“Não vai prejudicar de maneira nenhuma, porque são serviços em redundância àquilo que é o serviço normal do INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica], que continuará assegurado com os mesmos recursos”, disse Manuel Pizarro.

O plano do Ministério da Saúde para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) prevê a mobilização de 75 equipas móveis de suporte básico de vida, bem como outros 75 pontos fixos.

Estão ainda destacados dois hospitais de campanha e dez postos médicos avançados do INEM, com capacidade de suporte avançado de vida no terreno. Está ainda previsto um reforço do INEM em 74 meios.

No caso de situações de exceção, estão também previstos planos de contingência para os hospitais com maior capacidade de resposta no país, na perspetiva de uma articulação em rede, adiantou ainda António Marques, presidente da comissão que elaborou o plano de saúde para a JMJ, que irá decorrer entre 1 e 6 de agosto, em Lisboa.

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“Podemos confiar que Portugal no seu conjunto e a saúde em Portugal estão preparados para responder a este evento e desejamos que estes meios sejam o menos utilizado possível”, disse Manuel Pizarro.

“O volume dos meios [do INEM] é absolutamente impressionante, daqueles que temos neste momento preparados para colocar no terreno para responder ao que for necessário”, tinha dito o ministro minutos antes, durante o encerramento da sessão.

Sem precisar quantos profissionais estarão envolvidos, Manuel Pizarro disse que serão “muitas centenas”, nem todos médicos, e assegurou que o reforço não vai pôr em causa o funcionamento normal do INEM ou do SNS, uma vez que são “meios adicionais”, muitos dos quais voluntários.

“Não tivemos nenhuma dificuldade em mobilizar estes recursos”, acrescentando que, “no essencial, foi conseguida a dotação das equipas na base do voluntariado”.

O ministro sublinhou que o primeiro contacto com o serviço de saúde deve ser feito através da linha SNS24, “que está mais do que preparada para fazer esse atendimento”.

Manuel Pizarro disse que o SNS “já teve o seu teste de stress”, lembrando que em janeiro de 2022 a linha SNS24 atendeu três milhões de chamadas, 100 mil por dia.

“Nós estamos em condições de dar a mesma resposta nos dias da JMJ”, garantiu.

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